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Blind Charge
 Myspace

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A melhor maneira de descrever os Blind Charge é dizer que eles são uma intensa dose de energia explosiva e pura adrenalina extenuante,
adicione-se algumas melodias realmente belase temos uma banda que deve ser tida em conta.
As suas performances ao vivo são preenchidas com intensas e agressivas músicas de rock / alternativo!
Este quarteto foi formado no Porto, Portugal, em 2002 e é composto por Pedro Ferraz (voz), Telmo Martins (guitarra), Márcio Pereira (baixo) e Daniel Ferreira (bateria).
Os quatro elementos trazem para a banda uma vasta gama de variados gostos musicais.
Estas influências têm ajudado a colocar esta banda como um caso sério a ser seguido, não passando despercebidos a uma editora norte-americana, com a qual assinaram um contrato de distribuição digital para vários países.
A música dos Blind Charge pode ser encontrada e obtida através da web a partir de Poison Tree Records em Los Angeles, na Califórnia ou nalgumas lojas portuguesas.
Se quiseres que os teus ouvidos sejam assaltados por um espantoso rock, vem a bordo e deixa os Blind Charge arrebatarem os teus sentidos.
 
 
 
 


Darkside of Innocence
 Myspace

 
 
 

 

 - Gnosis-Sophia; Os herdeiros -
“Tal como seu, é o grande “Olho” que possui todas as vistas, também dela é, o velho ceptro da sapiência, glorificando a nossa grandiosidade…”
Este hino fúnebre de imensa tristeza e escuridão, intitulado de “Darkside of Innocence” floresceu sobre terras antigas;
o outrora aclamado quinto império… De um mensageiro emergente no século XXI, anno domini MMV!
Conhecidos como os principais arquitectos, Pedro Bruno e André Reis escolheram a artística contudo enegrecida senda para cruzarem este místico legado de antepassados que jaz ao tempo antevista, ainda assim não esquecida nem prevista, tendo o mesmo ficado reconditamente em enorme sigilo, a ser revelado apenas àqueles que carregam o conhecimento escolhido.
Ascendendo uma vez como os já esperados enviados da deusa negra, para após e finalmente realizar o mais negro dos fins;
“O alvorecer eminente de Sophia”.

- Gnosis-Sophia; Os sucessores -
“…Assim sendo, como herética, desapareceu para de novo poder voltar; Invocando os seus herdeiros de forma à sua sede voraz saciar!”
Aquando da sua ausência, “aeons” passaram-se; O percussionista Pedro Bandeira tornou-se bastante importante tendo concedido aos Darkside of Innocence uma criatividade abundante, própria e bastante característica.
Mais tarde, a vocalista Sara Henriques juntar-se-ia ao legado para entoar uma faceta mais doce na escuridão,
acompanhando igualmente o baixista João Arcanjo que melhorou significativamente as linhas de baixo;
benevolente para o que previamente se encontrava “extinto”. A análise de alguns espectáculos em Portugal, incluindo os mestres lusitanos de Doom; DESIRE e também lusitanos porém praticando uma sonoridade folk;
Gwydion, concedeu aos Darkside of Innocence a necessidade de fazer algumas mudanças cruciais, sendo assim Paulo Roque andando pelos trilhos da deusa, juntou-se a esta demanda influenciando o que os herdeiros tinham em mente previamente.

- Gnosis-Sophia; Revelações –
 “…agora aí jazendo enfim, ocultos por pretensiosas calunias! …e em breve todos aqueles que sépticos permanecem, não prevêem o que estamos prestes a tornar-nos!”
Os Darkside of Innocence surgem agora com o à muito tempo anunciado “Infernum Liberus EST”!



Reptile
  

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2005, no berço da nação nasce um projecto musical que fará desta cidade, um lugar diferente.
A partir desse momento, Guimarães não será recordada apenas como a cidade onde nasceu Portugal,
mas também onde nasceu um dos projectos mais interessantes e poderosos de Portugal.
Com apenas dois anos de existência, mas já com ideias bem definidas, os Reptile, assim se chamam,
entram em estúdio para gravar aquele que é o primeiro longa duração da banda.
O resultado saiu cá para fora em 2008 e não deixou ninguém indiferente.
É simplesmente brutal, este trabalho de estreia, é uma descarga de energia demolidora.
Tarefa difícil é parar de ouvir este fabuloso registo!
 

ZooTEK

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A história começa ninguém sabe muito bem onde, no entanto, Agosto de 2008 é a data em que as coisas começam a ser alguma coisa,
em que as pessoas se juntam, por acaso, para formar aquele que é um dos mais interessantes novos projectos nacionais.
Eles chamam-se ZooTEK e são um quarteto de Lisboa que praticam um rock matemático ao qual eles próprios rotulam de Cubist Rock,
sendo precisamente esse o nome que deram ao primeiro registo da banda, o EP de estreia editado em 2009. São apenas quatro temas,
mas quatro “pilares do seu manifesto artístico” e eu diria mais, são quatro bombas direccionadas ao nosso coração, prontas a rebentar e a alterar o ritmo compassado do mesmo.
Fica a ideia de quererem fazer algo novo, inovador, e que vá contra as leis do rock. Tudo aquilo que sabem sobre rock, esqueçam. Agora é tempo de ZooTEK!!
 

Chemical Wire
 
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Começaram como tantas outras bandas. Encontros espontâneos para estar com os amigos e fazer aquilo que mais gostam.
A certo momento esses encontros passam a chamarem-se “ensaios”. A música começa a ganhar forma, os incentivos e elogios começam a aparecer.
2002 foi o ano do “verdadeiro” arranque, o início da aventura. Em 2005 editaram o EP de estreia da banda, o qual foi muito bem acarinhado por quem o conheceu.
2009, pode ser o ano da afirmação, ou não. Para isso é necessário fazer chegar a música a todos, o que é uma tarefa (extremamente) ingrata.
Chamam-se Chemical Wire, são do Porto, e são apaixonados por música e isso espelha-se na que eles próprios criam: Rock intenso, melódico, ruidoso,
e de uma energia contagiante. Recentemente disponibilizaram, para audição, um novo single intitulado “Bees” e o respectivo lado b “Super Lovely Modern Sadness”,
dois fabulosos temas à espera de rebentar. Ouçam e digam de vossa justiça!!


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